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quinta-feira, agosto 07, 2008

Clones a nível de sósia 8º PP

André Biagi / Tony Bellotto

Várias pessoas se opuseram a mim quanto a este clone, alegando que o Mr. Biagi se parece mais com o Luciano Huck, só por causa do nariz avantajado do Andrezão, vulgo curupira.

Por isso, farei algo inédito nesta edição do "clones do 8º semestre", irei comprovar a semelhança dos dois.


Reparem no textura do cabelo dos dois e vejam como até a testa chega a ser quase simétrica na imagem, embora o guitarrista leve uma certa vantagem nesse quesito.





Conforme imagem, a cor dos olhos "levemente cansados", que ambos possuem, são semelhantes, assim como o formato do nariz italiano. Bellotto é bisneto de italiano e o Biagi... não tem importância.




Lábios médios, covas na bochecha e formato do queixo.


Sem mais.

quinta-feira, março 27, 2008

I'm not there - Não estou lá


O que? No cinema? Eu não estou lá, mas eu estive! E achei formidável a bagaça!
Como diz no trailer, o filme é baseado em histórias "reais", "exageradas", "mentirosas", "incríveis", da vida de Bob Dylan.
O diferencial desse filme, inspirado em um artista consagrado, é que o Bob é interpretado por várias pessoas, incluindo um menino negro e uma mulher. E o menino que interpreta o Dylan com 11 anos, tem futuro, atuou que nem gente grande o pirralho.
Outro ponto interessante é que nenhum dos Dylan's são chamados de Bob Dylan, existe um nome distinto para cada ator, para ter uma noção, o ator Ben Whishaw, que também interpeta o cantor, recebeu um nome estranho, é... Arthur Rimbaud.
Com esse filme, a Cate Blanchett ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz e, vou dizer uma coisa, com todos os méritos possíveis, cabíveis, imagináveis e mais uma porção de adjetivos. Puta-que-o-pariu, a mulher arregaça, ela transborda, ela transcende, ela é o cara (em todos os sentidos)!!! A Austrália terá o meu eterno respeito por engendrar uma mulher dessa!!! Eu, que já gostava da Cate, passei a venerar a mulher.
O filme ainda conta com a partipação da belíssima e fantástica Juliane Moore, que faz uma amiga do ator Christian Bale ("Bob Dylan") e da Charlotte Gainsbourg, que interpreta a mulher de Heath Ledger ("Bob Dylan"). Sem contar também na aparição do maior poeta beatnik - Allen Ginsberg, interpretado pelo ator David Cross, que ficou idêntico ao poeta, diga-se de passagem.
O filme tem duas horas e quinze minutos. É um pouco extenso e nada convencional, mas vale muito a pena. As canções do Bob Dylan estão de acordo com cada cena e legendadas.
Evoé Bob Dylan e Todd Haynes (o diretor)!!!

quarta-feira, março 26, 2008

Oliviero Toscani

Finalmente tivemos a honra e o prazer de conhecer através da mídia (infelizmente não conhecemos pessoalmente) o que eu creio que seja o único publicitário no mundo que não é um mercador de ilusão.

Na verdade, não posso catalogá-lo como publicitário, pois ele teria um ataque do coração. Então diremos fotógrafo, que é sua ocupação.

Apresento-lhes Oliviero Toscani, o fotógrafo das campanhas da Benetton, aquelas tão polêmicas.


Os lunáticos assistiram recentemente a uma entrevista concedida por ele no programa Roda Viva, que até então tinha um conceito altíssimo, pelo menos para mim e o Sr Edson... E que perdeu esse conceito após "camuflar" esta entrevista. Hoje penso: como vivi até agora sem ver este programa?? Posso estar exagerando em minha expressões, mas posso garantir-les que ontem minha mente mudou com relação a algumas teorias da vida.

Oliviero Toscani é italiano e fotografou a grande maioria das propagandas da Benetton. Suas fotos mostram o que realmente existe no mundo, fazendo com que desta forma sua propaganda seja extremamente real. Ele aborda os problemas sociais mais evitados, como racismo e HIV, e sabe muito bem como fazer isso.

Outros assuntos presentes em seu portifólio é a guerra, as diferenças culturais e étnicas, a exploração infantil entre outros.

É praticamente impossível olhar uma foto de Oliviero e não refletir sobre o assunto abordado. E isso o difere no mundo da propaganda. Seus trabalhos causam reflexão, e não ditam a informação.

Ao ser questionado sobre o retorno de suas campanhas, ele educadamente respondeu: "Vocês publicitários gastam milhões para produzir milhares de propagandas, e não alcançam nem as fronteiras de seus países. Fora de seu país ninguém te conhece, nem sabe do seu trabalho. Eu, com 3 fotos, fiquei conhecido no mundo todo."

Parabenizo este fotógrafo, pois creio que ele é o mais próximo do Super-homem de Nietzsche que já encontrei!

Hugs!

sábado, março 22, 2008

Criança nº1


Na verdade, esse post é uma trilogia de crianças na bateria. Cada criança tem uma idade diferente e uma bateria completamente diferente, mas todos têm o dom.
Tony Royster Jr. é nome dessa criança. Nesse vídeo o moleque tinha 12 anos e é um velho conhecido dos amantes da música.
Prestem atenção nas condições de cada criança e na habilidade de cada uma delas.

Criança nº2


Essa criança tem 8 anos. E reparem na diferença de instrumentos, do vídeo acima, desse vídeo e do vídeo abaixo.
No youtube diz que o nome desse moleque é João Paulo. O bichinho manda bem, tem futuro na música. Boa Sorte, velhinho!

Criança nº3


Essa criança tem por volta de 5 anos.

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Federico Fellini na telona!!!!


A partir de hoje, o HSBC Belas Artes irá homenagear a grande cineasta italiano Federico Fellini morto em 31 de outubro de 1993, aos 73 anos. Um fato curioso, que pouca gente sabe, é que o termo "Paparazzi" (fotógrafo inconveniente de celebridades e afins) foi inventado pelo Fellini.
Mas, enfim, serão apresentados quatro filmes dirigidos pelo cineasta:
Do dia 29/02 à 06/03 será exibido o filme "A Estrada", com Giulieta Masina, mulher de Fellini (1954, 104 min, Oscar de Melhor Filme Estrangeiro). Sinopse: Uma moça de jeito inocente e natureza humilde é vendida por sua própria mãe a um artista mambembe, rude e temperamental. Ele a explora como sua assistente em apresentações públicas, em troca de algum dinheiro para a sobrevivência. Um dia, porém, a vida do casal será abalada pela chegada de um equilibrista sensível e, ao mesmo tempo, irônico e sedutor.
Do dia 07/03 à 13/03 será exibido o filme "Noites de Cabíria", com Giulieta Masina (1957, 117 min, Oscar Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz em Veneza e Cannes). Sinopse: Cabíria, uma prostituta de Roma que sonha em se casar e deixar a vida que leva, mas é obrigada a viver na marginalidade. No geral o filme fala das ilusões e desapontamentos de Cabíria. A protagonista chega até a encontrar o que considera seu príncipe encantado. O final é surpreendente e sensível.
Do dia 14/03/ à 20/03 será exibido o filme "Ensaio de Orquestra" (1978, 70 min). Sinopse: Durante um ensaio de uma orquestra sinfônica, uma estação de televisão aparece para filmar os treinos e entrevistar os músicos. Durante as entrevistas, rinhas pessoais e competições internas entre os instrumentos são revelados, assim como a antipatia para com o maestro. A grande pergunta, numa sociedade anárquica e controlada por sindicatos e extremistas, pode haver música?
Do dia 21/03 à 27/03 será exibido o filme "A voz da lua", com Roberto Benigni (1990, 122 min). Sinopse: A história de dois homens: o primeiro, poeta e visionário, é fascinado pela lua e vive à procura dos sons esquecidos pela saturação do barulho na sociedade moderna; o segundo é um ex-prefeito paranóico, angustiado com a velhice que chegou. Certo dia, eles descobrem que a lua fora aprisionada e o poeta se apavora com a possibilidade de que ela não mais possa voltar ao céu.
Essa é, sem dúvida, para quem não o conhece, uma boa oportunidade para conhecer o trabalho desse grande mestre e, para quem o conhece, saborear sua arte na tela grande.
O primeiro filme, "A Estrada", terá sessão única às 19:00, provavelmente será o horário de todos os outros, para maiores informações: (11)3258-4092.
O HSBC Belas Artes fica na Rua da Consolação, 2423.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Onde os (filmes) fracos não têm vez? Na 80º edição Oscar!!!


Pela primeira vez, em toda a história, fiquei contente com a premiação do Oscar. No post anterior afirmei não confiar no Oscar (e não confio mesmo), mas ontem houve decência, a comissão, dessa vez, não lavou as mãos, ela tomou banho completo, e retirou toda a "nhaca" encrustada ao seu redor, antes de escolher o destino das estatuetas.
"Onde os fracos não têm vez" levou os prêmios de Melhor Filme; Direção; Roteiro Adaptado; Ator Coadjuvante;
E teve outros prêmios merecidos também, como Melhor Ator para Daniel Day-Lewis (Sangue Negro); Melhor Atriz para Marion Cotillard (Piaf - Um Hino ao Amor); Melhor Animação para Ratatouille.
Nunca pensei que isso aconteceria um dia, mas fiquei feliz com as premiações, o grau de injustiça foi baixo.
Agora ficam as indagações: Será que existe alguma explicação para uma premiação tão justa? Será que a greve dos roteiristas, que por muito pouco não estragou a cerimônia mais glamourosa do cinema, influenciou para a alta qualidade nas escolhas? Será que o fato de haver diretores do calibre de Paul Thomas Anderson, Ethan Coen e Joel Coen, contribuiu para o nível elevado das produções estado-unidenses nesse ano?
Nos resta, agora, apenas esperar a cerimônia do ano que vem para ver se nível das premiações será mantido ou se irá retornar ao que sempre foi!

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

No Country For Old Men


O título original é algo como "Sem lugar para velhos", mas está em cartaz como "Onde os fracos não tem vez" que, como definiu muito bem o Mr. Biagi, a tradução do título do filme foi feliz.
Os irmãos Ethan e Joel Coen fizeram uma obra-prima baseado no livro homônimo de Cormac McCarthy e, lógico, o com uma grande ajuda do ator Javier Bardem no papel de Anton Chigurh.
"Onde os Fracos Não Tem Vez" conta a história de um caçador que encontra uma mala cheia de grana, pertencente a traficantes, e foge. É, então, enviado um psicopata para reaver o dinheiro.
O filme é tenso, angustiante, perturbador, formidável, sensacional, com tiradas inteligentes, cenas fortes, enfim, o filme tem tudo, até sobrou espaço para papel cliché.
O filme concorre ao Oscar em 8 categorias: melhor filme; melhor direção; melhor ator coadjuvante (Javier Bardem); melhor roteiro adaptado; melhor fotografia; melhor montagem; melhor edição; mixagem de som;
Mais uma vez fazendo refência ao Mr. Biagi, também me arrisco a pensar em filme do ano e melhor ator coadjuvante, mas como o Oscar, na minha opinião, não possui idoneidade nenhuma, não sei poderá acontecer. Vale lembrar que o filme é estado-unidense, mas o Javier Bardem é espanhol.
Eu já conhecia o trabalho do ator nos filmes "Segunda-Feira ao sol" e "Mar Adentro", filmes que recomendo. O Ator também fez "Carne Trêmula" do genial Almodóvar e "O Amor nos Tempos do Cólera".
Adendo: Irmãos Coen não é Hollywood. Não vá ao cinema se não quiser refletir; preste atenção em cada detalhe do filme, pois nada será entregue de mãos beijadas.

segunda-feira, setembro 10, 2007

Cirque du Soleil - Alegria


Amada gente do meu Brasil, como muitos já sabem o fantástico Cirque du Soleil voltará para o Brasil, e dessa vez com o espetáculo Alegría.

Alegría é um estado de espírito. O show tem muitos temas: o poder e a transferência de poder com o tempo, a evolução das monarquias antigas às democracias modernas, os idosos e a juventude -tudo isso serve de pano de fundo para a vida dos personagens de Alegría.

Bobos da corte, menestréis, vagabundos, antigos aristocratas e crianças povoam este universo, junto com os palhaços, que são os únicos a resistir à passagem do tempo e as transformações sociais.


O espetáculo começa em Curitiba, a partir do dia 14/09/2007, ou seja, a próxima sexta-feira. De lá, eles partem para Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo (se sobreviverem no Rio...hehe) e por último, Porto Alegre.

Sinceramente, acho que vale a pena pagar um bom dinheirinho pelo espetáculo (o ingresso mais barato é r$240,00 - comprado na ticket master; e r$200,00 - comprado na bilheteria oficial), até porque é um tipo de arte que valoriza o ser humano. E sabe-se lá se eles voltarão não é mesmo??

Eu mesmo já garanti o meu.

Até porque, hoje em dia, o mundo precisa de mais alegria...



terça-feira, julho 31, 2007

Ao "grande" MESTRE com carinho!


Ontem o cinema perdeu o seu maior poeta, o sueco Ernst Ingmar Bergman, que completara 89 anos há dezessete dias (14/07).
Bergman dirigiu, entre tantos clássicos, O sétimo selo (1956), Morangos Silvestres (1957), Cenas de um casamento (1973) e, recentemente (entre 2006/07), foi lançado, em DVD, Saraband, que seria a continuação de Cenas de um casamento. Saraband foi prouzido exclusivamente para a televisão em 2003, por isso, o diretor achou por bem rodá-lo em formato digital, deixando de lado a película de 35mm.
O último filme que Bergman dirigiu para o cinema foi Fanny e Alexander (1982), depois disso, o diretor abandonou o cinema para se dedicar ao teatro.
Mesmo sabendo que o "Poeta" já tinha dito que não mais faria cinema, a vontade de que o saudosismo português migrasse à suécia inteira era enorme. De certa forma até que migrou, pois Bergman jamais revia seus filmes, até que no espaço de um ano, ele resolveu rever tudo. O resultado disso foi um livro denominado Imagens (2001). Porém, quando eu fiquei sabendo que Saraband havia saído em DVD, acreditei que poderíamos ter uma grande surpresa pela frente e, infelizmente, tivemos uma grande, não a que eu esperava, mas aquela, que tantas vezes, nos angustiava naquela tenebrosa partida de xadrez.
Nessa brincadeira, Bergman levou um xeque-mate e o mundo o perdeu para sempre. Jamais haverá alguém como o "Poeta", que sempre descartou a idéia de que o cinema era entretenimento, que era feito para divertir as pessoas. Bergman angustiava os cinéfilos até o limite, essa era a sua marca: Cinema Arte. Arte acima de tudo. E isso o mundo ganhou para sempre!
Evoé, Ernst Ingmar Bergman!

quinta-feira, julho 26, 2007

II Festival de Cinema Latino Americano de São Paulo


Infelizmente, fiquei sabendo desse evento já em andamento, mas mesmo assim vou postar à respeito.
O texto abaixo foi retirado do próprio site do Memorial.

Realizado pelo Memorial entre 23 e 29 de julho, são mais de 100 filmes exibidos em sessões gratuitas no Memorial, no Cinesesc e na Sala Cinemateca. A mostra homenageia o cineasta mexicano Paul Leduc, realizador de "Reed: México Insurgente" (1973). Estão programadas mesas de discussões com 15 cineastas brasileiros e 15 latino-americanos. Poderão ser apreciadas obras latino-americanas que fizeram relativo sucesso no circuito internacional, mas que não chegaram a ser exibidas no Brasil. Entre os filmes selecionados, "Nascido e criado" (do argentino Pablo Trapero), "Mariposa negra" (do peruano Francisco Lombardi), "O mais bonito e meus melhores anos" (do boliviano Martin Boulocq), "A idade da peseta" (do cubano Pavel Giroud), "Em el hoyo" (do mexicano Juan Carlos Rulfo) e "Arcana" (do chileno Cristóbal Vicente). Além do prêmio a Leduc, pelo conjunto de sua obra, serão premiados um filme escolhido pelo público e outro pela crítica especializada. Mais informações no site http://www.memorial.sp.gov.br/.

Um fator importante que eu posso ressaltar, é que todas as sessões estão sendo exibidas gratuitamente.
Portanto, vale a pena dar uma conferida.
É isso!

domingo, julho 15, 2007

Saneamento Básico - O filme


"Saneamento básico", de acordo com a "sinopse curta" do site oficial www.saneamentobasicoofilme.com.br/, é sobre a mobilização de uma comunidade por obras de saneamento básico que se transforma na realização de um vídeo de ficção científica.
O filme é do grande diretor Jorge Furtado e traz no elenco: Fernanda Torres e Wagner Moura (na minha opinião, a melhor atriz e o melhor ator da atualidade), Bruno Garcia e Camila Pitanga (atuaram juntos no longa "Sal de Prata", 2005, também produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre, do diretor Carlos Gerbase), Tonico Pereira, Janaína Kremer (também atuou em "Sal de Prata" e no curtametragem "Sanduíche", de Jorge Furtado), Paulo José (que fez a narração do "Ilha das Flores", curtametragem do mesmo diretor), Lázaro Ramos (que, com excessão de "Houve uma vez dois verões", primeiro longa do diretor, participou de todos os outros, "Meu tio matou um cara"; "O homem que copiava"; e, agora, "Saneamento Básico").
O filme estréia no dia 20 de julho nos cinemas (mais perto de sua casa!? É, dependendo de onde é a sua casa, pode ser que sim).
E, para concordar com o nosso amigo Douglas, o nosso cinema está sim em uma fase espetacular, isso porque os roteiros estão cada vez mais próximos da realidade brasileira e isso nos distancia do formato cinematográfico estado-unidense, de hollywood, e nos aproxima do formato europeu, pois é o formato que realmente se preocupa em fazer "cinema" e não em fazer "dinheiro".
Essa leva do cinema brasileiro mostra que tem a consciência de que "Cinema não é marketing"; "Cinema é arte".
Vamos aproveitar, então, essa boa fase do nosso cinema para prestigiar tudo o que podemos, nos permitir olhar para dentro de nossa cultura, de nossa linguagem, de nossa realidade.
É isso!

quarta-feira, julho 04, 2007

Fnac


O melhor a fazer, nesse caso, é não escrever nada, porque eu se eu começar a elogiar, o texto vai ficar tão grande que ninguém vai parar para ler.
Enjoy!

domingo, junho 17, 2007

Kolisão - Refrão de Bolero


Um cover de Engenheiros de Hawaii.
Para apresentar o Kolisão: Adriano (baixo), Diego (voz), Edson (guitarra "canto esquerdo do vídeo), Ronald (bateria) e Saulo (guitarra "canto direito do vídeo").
Nessa música o Saulo aparece na sua mais pura característica de "Poser GuitarMan" na hora do solo.

Kolisão - Jumento Celestino


Essa foi a segunda música do Mamonas que tocamos.
Queria aproveitar o post e agradecer ao Ivan e aos seus pais que, gentilmente, nos convidaram para fazer parte dessa festa.
Foi muito legal, o equipamento de som utilizado era de ótima qualidade e isso dá uma motivação muito grande, não só ao Kolisão, mas a qualquer outra banda, de subir ao palco e mostrar ao público o trabalho que vem sendo realizado com persistência, com a certeza de que tudo sairá da maneira mais adequada e honesta possível, sem desvios de freqüências e timbres que possam afetar no resultado final do som que é característico e intrínseco do Kolisão.

Kolisão - Chopis Centis


O Kolisão (banda a qual pertenço, na função de guitarrista) se apresentou sexta e sábado, dias 15 e 16, na Aldeia da Serra, mas foi gravado apenas momentos do show de sábado.
O som captado pela câmera digital do Saulo (guitarrista) não está lá essas coisas, mas dá para ter uma idéia de como estava o clima. A luz está um pouco baixa, então não dá para ver muito bem a quantidade de pessoas que estavam no lugar, mas tinha muita gente e, o mais importante, o som estava muito bom, algo raro de acontecer.
Tocamos duas músicas do Mamonas Assassinas. Sempre fazemos isso quando não temos muita certeza se o público vai aprovar nosso repertório, é infalível.
Espero que gostem, que divulguem e compareçam em uma apresentação ao vivo da banda.

segunda-feira, maio 14, 2007


Para pegar como gancho o que o Douglas disse, que a Benetton não utiliza, em suas campanhas, japoneses ou pessoas que aparentam ser ingleses ou estadonidenses, creio que essa seja a única excessão, pois há uma criança oriental no centro da foto.
Na verdade, acho tem uma outra, que pretendo postar mais tarde, que é sobre um homem (aparentemente estadonidense) com Aids deitado em numa cama e sua famíla ao redor, mas eu quero obter mais informações sobre a história da foto e da pessoa para não ficar uma informção vazia.
É isso!

segunda-feira, maio 07, 2007

Cinema nacional tem o apoio da Globo


Como foi muito bem colocado pelo Douglas, no post "O lado bom da ditadura", o Brasil recentemente, produz muitos filmes baseado no que aconteceu no governo militar.
Isso é bom. Resgatar o passado para que vejamos o que não deve se repetir, nunca mais.
Será que é por isso que todos esses filmes estão sendo produzidos pela Globo Filmes? Remorso? Ou para se fazer de desentendida? "Nós nunca apoiamos a ditadura. Somos uma empresa de esquerda".
Se bem que têm alguns filmes que você percebe a mão da Globo no transcorrer da história. Um exemplo bom é "Olga". Começa pelo diretor, Jayme Bonjardim, que é diretor de novela da emissora. Depois os atores, mas isso é de praxe do cinema nacional desde os anos 80, que foi uma alternativa para levar o público brasileiro a prestigiar os nossos "produtos", então, nem é levado mais em consideração esse fato. Mas quem assitiu "Olga", pode perceber (pelo menos eu tive essa impressão) que o filme era, na verdade, uma novela (e algumas partes lembravam "Titanic", fora a grande produção de "Hollywood" que o filme teve). Mas o formato do filme era de uma telenovela: os cortes, os contra-planos, enfim, tudo. E não tinha como fugir muito disso mesmo, dado ao fato do diretor ser do ramo.
Mas "Zuzu Angel" é diferente, não tem o "glamour" de "Olga", é aquilo mesmo e já era, porém tem a mesma assinatura da Globo Filmes. "Batismo de sangue" pode até ser que seja proposital pelo fato de pessoas ligadas a igreja católica terem sofrido com esse tipo de violência e fazer uma média com a igreja é sempre bom (mas isso não diminui a importância do filme).
Será que a Globo se arrependeu mesmo? Ou será que tudo isso é para ganhar a empatia dos antipáticos?
Para saber a resposta, não perca a próxima novela da Globo!

terça-feira, maio 01, 2007

A salvação é a Contra-Cultura!


Esse post, na verdade seria apenas um comentário, mas o assunto levantado é bastante interessante e merece uma atenção especial.
No post que eu fiz sobre o fim ou não dos Los Hermanos, recebi um comentário do "Anonymous", do nordeste do país.
Bom, "Anonymous", primeiro gostaria de agradecer seu comentário e fique à vontade para repetir esse gesto quantas vezes quiser.
Então, em relação ao "retrocesso da música", eu falo isso me dirigindo às porcarias que as mídias nos empurram e, jamais, ao cenário Underground (esse nunca retrocede). Tanto, que se você der uma olhada nos post's publicados anteriormente, é possível perceber que a nossa intenção, de fato, é de apoiar o Underground da Arte em geral: cinema, música, teatro... Dificilmente você vai encontrar algum comentário positivo sobre as celebridades que saem na revista Caras, sobre a moda fashion, sobre a mais nova produção de Hollywood (creio que uma das excessões foi "300", mas isso por causa do Frank Miller, nada mais), ou mesmo sobre o novo Cd/Single do Justin Timberlake.
Outra coisa interessante que você cita é o "Sudeste". Pior é que é verdade!
O sudeste é a região preferida para as mídias produzirem seus lixos. Olha o que já saiu daqui: CPM22, NX Zero, Detonautas (isso é só uma amostra do todo). Agora olha o que saiu do nordeste (sem o apoio da redeglobo, diga-se de passagem) : Cordel do Fogo Encantado, Chico Science e Nação Zumbi; notou a diferença? Agora me responda: quais dessas bandas tocam direto nas rádios: NX Zero ou Cordel do Fogo Encantado? Não precisa se dar o trabalho de responder. Todos sabemos a resposta.
Por isso, torno a dizer, quando falo no cenário musical, é em relação ao que a mídia nos obriga a comprar, pois, a música de verdade, a nossa verdadeira cultura, está escondida nos becos, nas garagens, com os excluídos. Isso que toca nas rádios não deveria sequer carregar o nome de "Música". É até um insulto para quem faz e vive dela.
Outra coisa: todos os Lunáticos são músicos. Toco guitarra no Kolisão (ambas as fotos são do Kolisão), o André é baixista do Afeets, o Douglas toca Sax e Piano e o Diego é baixista. Estamos todos no mesmo barco.
Mas fica a mensagem: para quem busca música, com um nível de qualidade superior ao que nos é empurrado, deve procurar nos becos, nos pubs e nos guetos, pois, como disse o Otto na premiação do VMB, "a periferia está certa, o centro está errado". Isso porque a verdadeira salvação da arte está na Contra-Cultura.
Obrigado, "Anonymous", pelo comentário. Isso só enriquecesse a discussão e o debate, que é salutar, e todo mundo ganha no final.
É isso!

As ilusões

Aqui a gente reúne um pouco de tudo que a gente aprecia e mais. Cinema, música, futebol, games, publicidade bem feita. Todo tipo de arte e expressão notável. Atual ou não. Que encante ou apavore.

Os mercadores

Durante o curso de Publicidade e Propaganda, onde dividimos a mesma sala, percebemos nossa afinidade. Nossos anseios e percepções necessitavam de um lugar em comum pra repousar. E hoje, mais do que isso, compartilhar este blog é um tônico pra nossa amizade.

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