domingo, novembro 08, 2009
domingo, maio 24, 2009
Preciso de um analista!
Já quem me conhece confirma com segurança esta impressão.
No entanto, se equivocam, pois não sou estranho, sou neurótico!
A maior prova disso aconteceu no último sábado, quando fui ao shopping.
quinta-feira, maio 21, 2009
Emprego dos sonhos
A Van postou um vídeo sensacional de crianças que dizem "o que querem ser".
Esse vídeo que posto agora é um complemento do post da Van.
Quando eu vi o post da Van fiquei imaginando "como alguém pode sonhar em trabalhar no RH, pelo amor de Deus?". Lembrei do filme "O homem que copiava", do Jorge Furtado, que o Lázaro Ramos pensa em casar com a Leandra Leal, mas por causa de sua profissão ele acha que nunca vai dar certo "eu nunca ouvi ninguém dizer 'meu sonho é casar com um homem que tira fotocópia'", ele pensa.
Agora tente se imaginar na profissão desse camarada aí, você acha que o emprego dele é melhor que o seu? Você iria reclamar como ele? Mais do que ele? Nem fodendo???
Às vezes a gente é feliz e não sabe.
Às vezes a gente não sabe ser feliz.
Postado por Edson Queiroz às 20:41 2 comentários
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sexta-feira, maio 15, 2009
É Tetro campeão!
O ítalo-americano Francis Ford Coppola lança seu mais novo filme (rodado na Argentina) no festival de Cannes. Eu sou um "paga-pau" desse cara, sou fã de "O poderoso chefão I, II e III", "Apocalypse Now", "Peggy Sue"...
Eu tô numa espectativa lascada para assistir "Tetro" na telona. Hoje eu li no Metro que após o término da sessão, o público aplaudiu de pé (só faz aumentar a ansiedade). Mas li em sites e blogs que críticos acharam o filme "insatisfatório" (o que não quer dizer nada).
Um fato que me chama atenção é que o filme é quase todo em preto e branco, tem uma cena ou outra colorida, mas o filme é PB. Eu adoro PB! Nem assisti o filme já tô vidrado.
Coppola é um diretor super consciente, todos os planos são precisos (a cena inicial de "Apocalypse Now" (rimou, mas não foi intencional, foi mal, é que sou um "paga-pau"), que o ator Martin Sheen está deitado, num quarto de hotel, o rosto em "enquadramento invertido", a hélice do ventilador simbolizando a do helicóptero e a voz do Jim Morrison ("This is the end") entrando junto com a explosão; e tudo isso é uma cena só e é só o começo do filme), é tudo muito bem pensado, é maravilhoso, é fantástico, é Coppola.
Além de tudo, um fato curioso, para mim, será assistir a atuação da (maravilhosa) atriz Carmen Maura em um filme que não é de Pedro Almodóvar (quem assistiu "Volver" viu a atriz em atuação impecável, assim como em "Kika", altamente recomendável).
Bom, falei demais e nem mencionei a história do filme, o que ele aborda. Mas tudo bem, dessa vez não serei convencional, vou passar batido.
sábado, janeiro 10, 2009
The day the earth stood still
A nova "sensação" de Hollywood é "O dia em que a terra parou", dirigido por Scott Derrickson (O exorcismo de Emily Rose), e com um elenco que arrasta multidões ao cinema, como Keanu Reeves (Matrix) e Jennifer Connelly (Casa de areia e névoa - eu recomendo -).
Todos aqui sabem que sou cinéfilo, sabem da minha admiração por filmes inteligentes e da minha "rejeição" por efeitos especiais (os exagerados, principalmente).
Enfim, eu ainda não fui ao cinema assistir o remake do Derrickson, mas eu já assisti o original, de 1951, dirigido por Robert Wise (morto há 4 anos) e posso dizer que a história é muito boa, os diálogos são bem interessantes, o filme consegue te prender do início ao fim. E, para a época, os efeitos usados (que não são muitos, eu diria "o suficiente") foram revolucionários, mas, para os dias atuais, são trash's.
Houve algumas mudanças do original para o remake. Uma é que o Gort, o robô, era mecânico e agora ele é biológico. Outra é que há uma introdução explicativa da origem do Klaatu (Keanu Reeves) - e que eu li em alguns lugares que foi algo desnecessário -, e lógico, o remake tem mais cenas de ação (praxe). Mas o mais interessante do original de 1951, apesar de não haver explosões, nem nada, apenas um único momento de "perseguição" (que nem é tão perseguição assim), na cena em que o Klaatu foge em um táxi, mas há carros policiais em todas as saídas da cidade e estes fazem a "perseguição" via rádio, ou seja, uma espécie de controle, um monitoramento, mesmo assim, o filme consegue ser bastante emocionante; sem contar que já havia a idéia de "fazer funcionar" alguma coisa sem haver contato nenhum, apenas com o movimento da mão (uma epécie de "Pepe, já tirei a vela").
Bom, a mensagem principal do longa é a paz, para não me estender muito no assunto, e, pela época de lançamento, foi abordado a guerra fria, a rixa dos EUA com a URSS, já que havia o medo de uma possível 3ª Guerra Mundial. Hoje, porém, depois de 11 de setembro, o medo da guerra continua rondando, em Israel, em Bushville ou em Husseintown. Vejam como o tema continua atual, mesmo 58 anos mais tarde! E isso prova que o filme é "visionário" ou que nós estamos obsoletos?
Obviamente, este post é para recomendar o original de 1951, mas também não estou dizendo para deixarem de ir ao cinema assistirem ao remake, muito pelo contrário, a minha intenção é apenas dizer "se tem sede e necessita de água, beba na fonte".
domingo, agosto 31, 2008
8º PP Clones a nível de Sósias - Dose dupla
quinta-feira, março 27, 2008
I'm not there - Não estou lá
O que? No cinema? Eu não estou lá, mas eu estive! E achei formidável a bagaça!
Como diz no trailer, o filme é baseado em histórias "reais", "exageradas", "mentirosas", "incríveis", da vida de Bob Dylan.
O diferencial desse filme, inspirado em um artista consagrado, é que o Bob é interpretado por várias pessoas, incluindo um menino negro e uma mulher. E o menino que interpreta o Dylan com 11 anos, tem futuro, atuou que nem gente grande o pirralho.
Outro ponto interessante é que nenhum dos Dylan's são chamados de Bob Dylan, existe um nome distinto para cada ator, para ter uma noção, o ator Ben Whishaw, que também interpeta o cantor, recebeu um nome estranho, é... Arthur Rimbaud.
Com esse filme, a Cate Blanchett ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz e, vou dizer uma coisa, com todos os méritos possíveis, cabíveis, imagináveis e mais uma porção de adjetivos. Puta-que-o-pariu, a mulher arregaça, ela transborda, ela transcende, ela é o cara (em todos os sentidos)!!! A Austrália terá o meu eterno respeito por engendrar uma mulher dessa!!! Eu, que já gostava da Cate, passei a venerar a mulher.
O filme ainda conta com a partipação da belíssima e fantástica Juliane Moore, que faz uma amiga do ator Christian Bale ("Bob Dylan") e da Charlotte Gainsbourg, que interpreta a mulher de Heath Ledger ("Bob Dylan"). Sem contar também na aparição do maior poeta beatnik - Allen Ginsberg, interpretado pelo ator David Cross, que ficou idêntico ao poeta, diga-se de passagem.
O filme tem duas horas e quinze minutos. É um pouco extenso e nada convencional, mas vale muito a pena. As canções do Bob Dylan estão de acordo com cada cena e legendadas.
Evoé Bob Dylan e Todd Haynes (o diretor)!!!
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Federico Fellini na telona!!!!
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Onde os (filmes) fracos não têm vez? Na 80º edição Oscar!!!
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
No Country For Old Men
O título original é algo como "Sem lugar para velhos", mas está em cartaz como "Onde os fracos não tem vez" que, como definiu muito bem o Mr. Biagi, a tradução do título do filme foi feliz.
Os irmãos Ethan e Joel Coen fizeram uma obra-prima baseado no livro homônimo de Cormac McCarthy e, lógico, o com uma grande ajuda do ator Javier Bardem no papel de Anton Chigurh.
"Onde os Fracos Não Tem Vez" conta a história de um caçador que encontra uma mala cheia de grana, pertencente a traficantes, e foge. É, então, enviado um psicopata para reaver o dinheiro.
O filme é tenso, angustiante, perturbador, formidável, sensacional, com tiradas inteligentes, cenas fortes, enfim, o filme tem tudo, até sobrou espaço para papel cliché.
O filme concorre ao Oscar em 8 categorias: melhor filme; melhor direção; melhor ator coadjuvante (Javier Bardem); melhor roteiro adaptado; melhor fotografia; melhor montagem; melhor edição; mixagem de som;
Mais uma vez fazendo refência ao Mr. Biagi, também me arrisco a pensar em filme do ano e melhor ator coadjuvante, mas como o Oscar, na minha opinião, não possui idoneidade nenhuma, não sei poderá acontecer. Vale lembrar que o filme é estado-unidense, mas o Javier Bardem é espanhol.
Eu já conhecia o trabalho do ator nos filmes "Segunda-Feira ao sol" e "Mar Adentro", filmes que recomendo. O Ator também fez "Carne Trêmula" do genial Almodóvar e "O Amor nos Tempos do Cólera".
Adendo: Irmãos Coen não é Hollywood. Não vá ao cinema se não quiser refletir; preste atenção em cada detalhe do filme, pois nada será entregue de mãos beijadas.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Em Paris
Está cansado do bombardeio de Hollywood? Está com sede de qualidade e bom humor? Pois bem, nessa última quarta-feira eu fui ao HSBC Belas Artes (sozinho) e lavei a égua. Finalmente assisti "Medos Privados em Lugares Públicos" (muito bom, recomendo, apenas não se dará tempo), mas antes eu assisti "Em Paris". E foi até engraçado, porque ambos foram na mesma sala, então, eu saí da sala e fiquei na porta para entrar novamente, foi meio esquisito, mas sobrevivi.
"Em Paris" tem a direção de Christophe Honoré e é basicamente isso aqui: Paul está deprimidaço por ter cortado suas relações com Anna e volta para Paris, onde vai morar com o pai divorciado e o irmão mais novo, Jonathan, que é despreocupado, extrovertido. O Pai e o Irmão tentam reanimá-lo, pois, como a irmãzinha de Paul suicidou aos 17 sem motivos aparentes, essa idéia passa pela cabeça de Paul (que pensa em acabar com isso) e de seu pai (que não quer perder mais um filho desse modo), mas só uma visita de sua mãe parece lhe trazer a alegria de volta.
O filme é repleto de cenas muito bem construídas, os atores todos seguram muito bem os papeis, ninguém me desapontou, até os papéis de uma só cena mostraram competência.
Outro fator engraçado é que no começo do filme aparecem alguns "peitinhos" (digamos de forma) e na metade do longa eu vi sairem duas "adolescentes da terceira idade" e não voltarem mais. Agora eu não sei se o motivo foram realmente os "peitinhos" ou não, mas foi engraçado como coincidiu a cena em que elas deixaram a sala.
A fotografia é muito bonita, com uma iluminação impecável, conseguiu mesclar bem a melancolia do Paul, a desenvoltura do irmão Jonathan e a atmosfera parisiense.
É isso!
quarta-feira, outubro 24, 2007
Olivetti
Essa propaganda é clássica!
Falem a verdade, quem nunca quis ter uma Olivetti? Eu queria!
Mas esse vídeo é velho demais, não cheguei a presenciar na TV, esse não é do meu tempo, mas o finalzinho da era "Máquina de Escrever" é.
É isso!
Postado por Edson Queiroz às 08:33 0 comentários
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terça-feira, outubro 23, 2007
Nestlé Milkybar
Fazia tempo que eu não via um comercial tão idiota e tão bem feito, cheio de coisas que parecem ser comuns, mas que ficam super engraçadas no contexto do filme.
Enjoy!
quarta-feira, outubro 17, 2007
Sabe esse cheiro??... esse, que vc tá sentindo?.. é do ralo....

Postado por Douglas Pegorel às 23:59 3 comentários
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quinta-feira, setembro 27, 2007
Banespa Crédito Rural
Esse filme publicitário foi finalista em Cannes de 1998. A produção é brasileira, mas a narração está em inglês.
O ator que faz o papel de caipira é o Eduardo Mancini, conhecido da maioria. Recentemente, ele aparece em uma propaganda também como caipira, trata-se da campanha da Elma Chips, "Sabores da Terra", criada pela AlmapBBDO, que traz o bordão "É o inhame mais bonito que eu já colhi".
Infelizmente não descobri qual agência criou o vídeo que acabei de postar, mas tudo bem.
É isso!





