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domingo, novembro 08, 2009

Clones a nível de sósias - Hollywood x Globwood


Alessandra Maestrini / Bernadette Peters
Do lado esquerdo, pesando 50kg, Alessandra Maestrini, a Bozena do "Toma lá dá cá", empregada doméstica nascida em Pato Branco, cidade do interior do Paraná (sudoeste do estado, mais precisamente), que também participou do filme "Polaróides Urbanas", dirigido por Miguel Falabella.
Do lado direito, com o mesmo peso (acredito que clones também se equivalem no peso, ou não?) Bernadette Peters, também atriz, um dos filmes que assisti dela foi "O Panaca", de 1978, estrelado por Stevie Martin (no filme, a atriz era esposa do protagonista).
Bom, não sei a opinião de vocês, mas, para mim, elas merecem este post. E é melhor vocês concordarem, porque teve uma senhora que discordou, a dona Jurema, lá em Pato Branco...

domingo, maio 24, 2009

Preciso de um analista!



Quem não me conhece pensa "esse cara é estranho".
Já quem me conhece confirma com segurança esta impressão.
No entanto, se equivocam, pois não sou estranho, sou neurótico!
A maior prova disso aconteceu no último sábado, quando fui ao shopping.

Eu estava decidido: vou compar um perfume!
Cometi uma pesquisa de campo com algumas mulheres que julgo de bom gosto à respeito de marca, fragrâncias ("a nível de opinião mesmo"), comparei preço, entrei em site, fui dedicado.

Sabadão, deixei minhã irmã na faculdade para que ela pudesse entrar em conflito com o seu orientador de TCC, fui ver meu pai biológico e, na volta, estacionei no shopping e disse "bora lá!".

Pode até soar estranho, mas a experiência ali era nova, eu nunca entrei em um shopping para comprar perfume. Já fui para comprar livro, cd, cinema (é raro ter um filme bom em cartaz em cinema de shopping, mas de vez em quando acontece) e comprar ingressos de shows que já estão esgotados.

Eis que encontrei a tal loja de perfumes.
Fitei o ambiente.
E não consegui entrar na loja.

Não consegui identificar o motivo, mas eu não me senti bem, não me reconheci, não me via ali dentro consumindo o produto.
Dei uma volta no piso e pensei comigo mesmo: "mas que porra é essa, seu infeliz, você sabe o que você vai comprar, é rápido! Tu pede, a mulher separa, tu paga, ela entrega, tu pega e vai embora. Deixe de ser neurótico, seu merda, volte lá e faça o que tem que ser feito".

Nessa hora vi como eu sou importante pra mim, como eu sabia exatamente a ordem das coisas e como elas deveriam ser feitas, por isso que eu me acho foda!
Então parei de novo na frente da loja e fui embora.
Putz... Eu sou foda! Fala aí?
Que neura!

E não pára por aí (a reforma ortográfica eliminou o acento da palavra "pára", mas eu não consigo deixar sem, isso é neura!).
Na banda é parecido. Normalmente minhas músicas têm muito jogo de palavra, etc., aí eu ouço "velho, quem vai entender isso aqui? As pessoas não querem ter que decifrar os sentidos das frases", aí a música fica de lado. Mas eu me sinto muito mal quando tento escrever "você é o ar que eu respiro", "você é minha razão de viver".
Isso é neura?!

E eu não consigo assistir hollywood que abusa de explosões e efeitos do tipo, nunca assisti Máquina Mortífira, Velocidade Máxima, eu não consigo. Aaaahhhh!!!
Não sei até onde vou com essa neura que aumenta a cada dia.
Estou pensando seriamente em fazer análise.
Mas vou ser categórico ao meu analista: não quero ficar totalmente curado.
Acho que isso é neura!

quinta-feira, maio 21, 2009

Emprego dos sonhos


A Van postou um vídeo sensacional de crianças que dizem "o que querem ser".
Esse vídeo que posto agora é um complemento do post da Van.

Quando eu vi o post da Van fiquei imaginando "como alguém pode sonhar em trabalhar no RH, pelo amor de Deus?". Lembrei do filme "O homem que copiava", do Jorge Furtado, que o Lázaro Ramos pensa em casar com a Leandra Leal, mas por causa de sua profissão ele acha que nunca vai dar certo "eu nunca ouvi ninguém dizer 'meu sonho é casar com um homem que tira fotocópia'", ele pensa.

Agora tente se imaginar na profissão desse camarada aí, você acha que o emprego dele é melhor que o seu? Você iria reclamar como ele? Mais do que ele? Nem fodendo???

Às vezes a gente é feliz e não sabe.

Às vezes a gente não sabe ser feliz.

sexta-feira, maio 15, 2009

É Tetro campeão!


O ítalo-americano Francis Ford Coppola lança seu mais novo filme (rodado na Argentina) no festival de Cannes. Eu sou um "paga-pau" desse cara, sou fã de "O poderoso chefão I, II e III", "Apocalypse Now", "Peggy Sue"...

Eu tô numa espectativa lascada para assistir "Tetro" na telona. Hoje eu li no Metro que após o término da sessão, o público aplaudiu de pé (só faz aumentar a ansiedade). Mas li em sites e blogs que críticos acharam o filme "insatisfatório" (o que não quer dizer nada).

Um fato que me chama atenção é que o filme é quase todo em preto e branco, tem uma cena ou outra colorida, mas o filme é PB. Eu adoro PB! Nem assisti o filme já tô vidrado.

Coppola é um diretor super consciente, todos os planos são precisos (a cena inicial de "Apocalypse Now" (rimou, mas não foi intencional, foi mal, é que sou um "paga-pau"), que o ator Martin Sheen está deitado, num quarto de hotel, o rosto em "enquadramento invertido", a hélice do ventilador simbolizando a do helicóptero e a voz do Jim Morrison ("This is the end") entrando junto com a explosão; e tudo isso é uma cena só e é só o começo do filme), é tudo muito bem pensado, é maravilhoso, é fantástico, é Coppola.

Além de tudo, um fato curioso, para mim, será assistir a atuação da (maravilhosa) atriz Carmen Maura em um filme que não é de Pedro Almodóvar (quem assistiu "Volver" viu a atriz em atuação impecável, assim como em "Kika", altamente recomendável).

Bom, falei demais e nem mencionei a história do filme, o que ele aborda. Mas tudo bem, dessa vez não serei convencional, vou passar batido.

sábado, janeiro 10, 2009

The day the earth stood still


A nova "sensação" de Hollywood é "O dia em que a terra parou", dirigido por Scott Derrickson (O exorcismo de Emily Rose), e com um elenco que arrasta multidões ao cinema, como Keanu Reeves (Matrix) e Jennifer Connelly (Casa de areia e névoa - eu recomendo -).
Todos aqui sabem que sou cinéfilo, sabem da minha admiração por filmes inteligentes e da minha "rejeição" por efeitos especiais (os exagerados, principalmente).
Enfim, eu ainda não fui ao cinema assistir o remake do Derrickson, mas eu já assisti o original, de 1951, dirigido por Robert Wise (morto há 4 anos) e posso dizer que a história é muito boa, os diálogos são bem interessantes, o filme consegue te prender do início ao fim. E, para a época, os efeitos usados (que não são muitos, eu diria "o suficiente") foram revolucionários, mas, para os dias atuais, são trash's.
Houve algumas mudanças do original para o remake. Uma é que o Gort, o robô, era mecânico e agora ele é biológico. Outra é que há uma introdução explicativa da origem do Klaatu (Keanu Reeves) - e que eu li em alguns lugares que foi algo desnecessário -, e lógico, o remake tem mais cenas de ação (praxe). Mas o mais interessante do original de 1951, apesar de não haver explosões, nem nada, apenas um único momento de "perseguição" (que nem é tão perseguição assim), na cena em que o Klaatu foge em um táxi, mas há carros policiais em todas as saídas da cidade e estes fazem a "perseguição" via rádio, ou seja, uma espécie de controle, um monitoramento, mesmo assim, o filme consegue ser bastante emocionante; sem contar que já havia a idéia de "fazer funcionar" alguma coisa sem haver contato nenhum, apenas com o movimento da mão (uma epécie de "Pepe, já tirei a vela").
Bom, a mensagem principal do longa é a paz, para não me estender muito no assunto, e, pela época de lançamento, foi abordado a guerra fria, a rixa dos EUA com a URSS, já que havia o medo de uma possível 3ª Guerra Mundial. Hoje, porém, depois de 11 de setembro, o medo da guerra continua rondando, em Israel, em Bushville ou em Husseintown. Vejam como o tema continua atual, mesmo 58 anos mais tarde! E isso prova que o filme é "visionário" ou que nós estamos obsoletos?
Obviamente, este post é para recomendar o original de 1951, mas também não estou dizendo para deixarem de ir ao cinema assistirem ao remake, muito pelo contrário, a minha intenção é apenas dizer "se tem sede e necessita de água, beba na fonte".

domingo, agosto 31, 2008

8º PP Clones a nível de Sósias - Dose dupla

Felipe Frezza / Felipe Dylon
Não sei se preciso comentar alguma coisa. Não contentes de serem clones na aparência, os caras quiseram ser clones até no nome. Que exagero!
Victor Melo / Matt Damon
Não quero competir com a Van, que já postou um clone do Victor, mas eu acho que esses dois se parecem mais. Pelo menos essa é a impressão que eu tenho já faz uns quatro, cinco semestres.

quinta-feira, março 27, 2008

I'm not there - Não estou lá


O que? No cinema? Eu não estou lá, mas eu estive! E achei formidável a bagaça!
Como diz no trailer, o filme é baseado em histórias "reais", "exageradas", "mentirosas", "incríveis", da vida de Bob Dylan.
O diferencial desse filme, inspirado em um artista consagrado, é que o Bob é interpretado por várias pessoas, incluindo um menino negro e uma mulher. E o menino que interpreta o Dylan com 11 anos, tem futuro, atuou que nem gente grande o pirralho.
Outro ponto interessante é que nenhum dos Dylan's são chamados de Bob Dylan, existe um nome distinto para cada ator, para ter uma noção, o ator Ben Whishaw, que também interpeta o cantor, recebeu um nome estranho, é... Arthur Rimbaud.
Com esse filme, a Cate Blanchett ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz e, vou dizer uma coisa, com todos os méritos possíveis, cabíveis, imagináveis e mais uma porção de adjetivos. Puta-que-o-pariu, a mulher arregaça, ela transborda, ela transcende, ela é o cara (em todos os sentidos)!!! A Austrália terá o meu eterno respeito por engendrar uma mulher dessa!!! Eu, que já gostava da Cate, passei a venerar a mulher.
O filme ainda conta com a partipação da belíssima e fantástica Juliane Moore, que faz uma amiga do ator Christian Bale ("Bob Dylan") e da Charlotte Gainsbourg, que interpreta a mulher de Heath Ledger ("Bob Dylan"). Sem contar também na aparição do maior poeta beatnik - Allen Ginsberg, interpretado pelo ator David Cross, que ficou idêntico ao poeta, diga-se de passagem.
O filme tem duas horas e quinze minutos. É um pouco extenso e nada convencional, mas vale muito a pena. As canções do Bob Dylan estão de acordo com cada cena e legendadas.
Evoé Bob Dylan e Todd Haynes (o diretor)!!!

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Federico Fellini na telona!!!!


A partir de hoje, o HSBC Belas Artes irá homenagear a grande cineasta italiano Federico Fellini morto em 31 de outubro de 1993, aos 73 anos. Um fato curioso, que pouca gente sabe, é que o termo "Paparazzi" (fotógrafo inconveniente de celebridades e afins) foi inventado pelo Fellini.
Mas, enfim, serão apresentados quatro filmes dirigidos pelo cineasta:
Do dia 29/02 à 06/03 será exibido o filme "A Estrada", com Giulieta Masina, mulher de Fellini (1954, 104 min, Oscar de Melhor Filme Estrangeiro). Sinopse: Uma moça de jeito inocente e natureza humilde é vendida por sua própria mãe a um artista mambembe, rude e temperamental. Ele a explora como sua assistente em apresentações públicas, em troca de algum dinheiro para a sobrevivência. Um dia, porém, a vida do casal será abalada pela chegada de um equilibrista sensível e, ao mesmo tempo, irônico e sedutor.
Do dia 07/03 à 13/03 será exibido o filme "Noites de Cabíria", com Giulieta Masina (1957, 117 min, Oscar Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz em Veneza e Cannes). Sinopse: Cabíria, uma prostituta de Roma que sonha em se casar e deixar a vida que leva, mas é obrigada a viver na marginalidade. No geral o filme fala das ilusões e desapontamentos de Cabíria. A protagonista chega até a encontrar o que considera seu príncipe encantado. O final é surpreendente e sensível.
Do dia 14/03/ à 20/03 será exibido o filme "Ensaio de Orquestra" (1978, 70 min). Sinopse: Durante um ensaio de uma orquestra sinfônica, uma estação de televisão aparece para filmar os treinos e entrevistar os músicos. Durante as entrevistas, rinhas pessoais e competições internas entre os instrumentos são revelados, assim como a antipatia para com o maestro. A grande pergunta, numa sociedade anárquica e controlada por sindicatos e extremistas, pode haver música?
Do dia 21/03 à 27/03 será exibido o filme "A voz da lua", com Roberto Benigni (1990, 122 min). Sinopse: A história de dois homens: o primeiro, poeta e visionário, é fascinado pela lua e vive à procura dos sons esquecidos pela saturação do barulho na sociedade moderna; o segundo é um ex-prefeito paranóico, angustiado com a velhice que chegou. Certo dia, eles descobrem que a lua fora aprisionada e o poeta se apavora com a possibilidade de que ela não mais possa voltar ao céu.
Essa é, sem dúvida, para quem não o conhece, uma boa oportunidade para conhecer o trabalho desse grande mestre e, para quem o conhece, saborear sua arte na tela grande.
O primeiro filme, "A Estrada", terá sessão única às 19:00, provavelmente será o horário de todos os outros, para maiores informações: (11)3258-4092.
O HSBC Belas Artes fica na Rua da Consolação, 2423.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Onde os (filmes) fracos não têm vez? Na 80º edição Oscar!!!


Pela primeira vez, em toda a história, fiquei contente com a premiação do Oscar. No post anterior afirmei não confiar no Oscar (e não confio mesmo), mas ontem houve decência, a comissão, dessa vez, não lavou as mãos, ela tomou banho completo, e retirou toda a "nhaca" encrustada ao seu redor, antes de escolher o destino das estatuetas.
"Onde os fracos não têm vez" levou os prêmios de Melhor Filme; Direção; Roteiro Adaptado; Ator Coadjuvante;
E teve outros prêmios merecidos também, como Melhor Ator para Daniel Day-Lewis (Sangue Negro); Melhor Atriz para Marion Cotillard (Piaf - Um Hino ao Amor); Melhor Animação para Ratatouille.
Nunca pensei que isso aconteceria um dia, mas fiquei feliz com as premiações, o grau de injustiça foi baixo.
Agora ficam as indagações: Será que existe alguma explicação para uma premiação tão justa? Será que a greve dos roteiristas, que por muito pouco não estragou a cerimônia mais glamourosa do cinema, influenciou para a alta qualidade nas escolhas? Será que o fato de haver diretores do calibre de Paul Thomas Anderson, Ethan Coen e Joel Coen, contribuiu para o nível elevado das produções estado-unidenses nesse ano?
Nos resta, agora, apenas esperar a cerimônia do ano que vem para ver se nível das premiações será mantido ou se irá retornar ao que sempre foi!

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

No Country For Old Men


O título original é algo como "Sem lugar para velhos", mas está em cartaz como "Onde os fracos não tem vez" que, como definiu muito bem o Mr. Biagi, a tradução do título do filme foi feliz.
Os irmãos Ethan e Joel Coen fizeram uma obra-prima baseado no livro homônimo de Cormac McCarthy e, lógico, o com uma grande ajuda do ator Javier Bardem no papel de Anton Chigurh.
"Onde os Fracos Não Tem Vez" conta a história de um caçador que encontra uma mala cheia de grana, pertencente a traficantes, e foge. É, então, enviado um psicopata para reaver o dinheiro.
O filme é tenso, angustiante, perturbador, formidável, sensacional, com tiradas inteligentes, cenas fortes, enfim, o filme tem tudo, até sobrou espaço para papel cliché.
O filme concorre ao Oscar em 8 categorias: melhor filme; melhor direção; melhor ator coadjuvante (Javier Bardem); melhor roteiro adaptado; melhor fotografia; melhor montagem; melhor edição; mixagem de som;
Mais uma vez fazendo refência ao Mr. Biagi, também me arrisco a pensar em filme do ano e melhor ator coadjuvante, mas como o Oscar, na minha opinião, não possui idoneidade nenhuma, não sei poderá acontecer. Vale lembrar que o filme é estado-unidense, mas o Javier Bardem é espanhol.
Eu já conhecia o trabalho do ator nos filmes "Segunda-Feira ao sol" e "Mar Adentro", filmes que recomendo. O Ator também fez "Carne Trêmula" do genial Almodóvar e "O Amor nos Tempos do Cólera".
Adendo: Irmãos Coen não é Hollywood. Não vá ao cinema se não quiser refletir; preste atenção em cada detalhe do filme, pois nada será entregue de mãos beijadas.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Em Paris


Está cansado do bombardeio de Hollywood? Está com sede de qualidade e bom humor? Pois bem, nessa última quarta-feira eu fui ao HSBC Belas Artes (sozinho) e lavei a égua. Finalmente assisti "Medos Privados em Lugares Públicos" (muito bom, recomendo, apenas não se dará tempo), mas antes eu assisti "Em Paris". E foi até engraçado, porque ambos foram na mesma sala, então, eu saí da sala e fiquei na porta para entrar novamente, foi meio esquisito, mas sobrevivi.
"Em Paris" tem a direção de Christophe Honoré e é basicamente isso aqui: Paul está deprimidaço por ter cortado suas relações com Anna e volta para Paris, onde vai morar com o pai divorciado e o irmão mais novo, Jonathan, que é despreocupado, extrovertido. O Pai e o Irmão tentam reanimá-lo, pois, como a irmãzinha de Paul suicidou aos 17 sem motivos aparentes, essa idéia passa pela cabeça de Paul (que pensa em acabar com isso) e de seu pai (que não quer perder mais um filho desse modo), mas só uma visita de sua mãe parece lhe trazer a alegria de volta.
O filme é repleto de cenas muito bem construídas, os atores todos seguram muito bem os papeis, ninguém me desapontou, até os papéis de uma só cena mostraram competência.
Outro fator engraçado é que no começo do filme aparecem alguns "peitinhos" (digamos de forma) e na metade do longa eu vi sairem duas "adolescentes da terceira idade" e não voltarem mais. Agora eu não sei se o motivo foram realmente os "peitinhos" ou não, mas foi engraçado como coincidiu a cena em que elas deixaram a sala.
A fotografia é muito bonita, com uma iluminação impecável, conseguiu mesclar bem a melancolia do Paul, a desenvoltura do irmão Jonathan e a atmosfera parisiense.
É isso!

quarta-feira, outubro 24, 2007

Olivetti


Essa propaganda é clássica!
Falem a verdade, quem nunca quis ter uma Olivetti? Eu queria!
Mas esse vídeo é velho demais, não cheguei a presenciar na TV, esse não é do meu tempo, mas o finalzinho da era "Máquina de Escrever" é.
É isso!

terça-feira, outubro 23, 2007

Nestlé Milkybar


Fazia tempo que eu não via um comercial tão idiota e tão bem feito, cheio de coisas que parecem ser comuns, mas que ficam super engraçadas no contexto do filme.
Enjoy!

quarta-feira, outubro 17, 2007

Sabe esse cheiro??... esse, que vc tá sentindo?.. é do ralo....




Amados do meu Brasil baronil, por favor, não percam a oportunidade de ver este filme.
Digo de boca cheia, pois Selton Melo teve de dar tudo de si para eu fazer este post... Ele simplesmente superou todos os seus trabalhos anteriores (e se igualou ao imortal Chicó, de "O alto da Compadecida"), e nos proporciona através deste trabalho exatos 95 minutos de pura diversão e entretenimento.
Pena que só está em cartaz no cine Bristol (onde o som é ruim, e eles abrem a porta de saída uns 7 min antes do filme acabar, o que já faz o espectador entender que o filme está no fim..), mas vale o sacrifício... E também está em cartaz faz um bom tempinho (estreou dia 23 de março!!!), então aproveite antes que saia.

Na sinopse, Selton Melo representa Lourenço, o dono de um antiquário barato que tem prazer em explorar a condição financeira de seus fornecedores (essa é a melhor parte...). Perturbado pelo cheiro do ralo que existe no local, ele reavalia sua visão de mundo de maneira conturbada. Vale comentar a fixação do protagonista por bundas...

Outra vantagem é que o preço do ingresso na terça-feira é de apenas r$5,00 (estudantes r$2,50), então não perca tempo.

A melhor frase do filme - Mulher é tudo igual, se você bobear, os convites vão para a gráfica.

E... sabe esse cheiro?... Esse cheiro aí, que você está sentindo??... É do ralo.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Banespa Crédito Rural


Esse filme publicitário foi finalista em Cannes de 1998. A produção é brasileira, mas a narração está em inglês.
O ator que faz o papel de caipira é o Eduardo Mancini, conhecido da maioria. Recentemente, ele aparece em uma propaganda também como caipira, trata-se da campanha da Elma Chips, "Sabores da Terra", criada pela AlmapBBDO, que traz o bordão "É o inhame mais bonito que eu já colhi".
Infelizmente não descobri qual agência criou o vídeo que acabei de postar, mas tudo bem.
É isso!

As ilusões

Aqui a gente reúne um pouco de tudo que a gente aprecia e mais. Cinema, música, futebol, games, publicidade bem feita. Todo tipo de arte e expressão notável. Atual ou não. Que encante ou apavore.

Os mercadores

Durante o curso de Publicidade e Propaganda, onde dividimos a mesma sala, percebemos nossa afinidade. Nossos anseios e percepções necessitavam de um lugar em comum pra repousar. E hoje, mais do que isso, compartilhar este blog é um tônico pra nossa amizade.

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